Dicas

Como contratar um profissional

Antes de contratar um profissional para realizar seu projeto, primeiro certifique-se de sua habilitação, idoneidade e competência. É interessante conversar com amigos que já o contrataram e marcar uma entrevista para conhecê-lo melhor. Peça também para ver seu portfólio. É importante ver seu trabalho para “sentir” aquele profissional.

Feita a escolha, tenha claro o serviço que você vai contratar, onde ele começa, onde termina e o que abrange. Para isso é fundamental que haja um contrato, assinado por ambas as partes, com uma descrição detalhada do serviço a ser prestado, bem como dos prazos de entrega e formas de pagamento e demais informações pertinentes.

Algumas pessoas têm a falsa idéia de que irão receber o projeto pronto e só assim comprá-lo do profissional. Entretanto, arquitetos e designers são prestadores de serviços que primeiro precisam ser contratados, para depois prestarem o serviço solicitado. Além do mais, são profissionais que vendem, principalmente, idéias e soluções, que uma vez apresentadas, podem ser executadas sem sua aprovação. As pranchas de desenho são apenas a forma de representar graficamente essas idéias e soluções, não sendo, portanto, a parte mais importante da “compra” do projeto.

O custo da contratação de arquitetos e designers varia de região para região e com sua experiência no mercado. Geralmente, costumamos cobrar por m², o que torna mais fácil sua comparação entre profissionais. Entretanto, cuidado para não pechinchar demais e acabar contratando profissionais que não irão lhe atender com competência.

Contratar um profissional compensa. O cliente tem a sua disposição alguém que vai projetar de maneira a realizar o seu sonho, considerando seu orçamento.

Ter um profissional para responder pelas decisões tomadas e ainda poder sanar dúvidas e fazer esclarecimentos vale a pena. É comum vermos pessoas que se recusam a contratar um profissional por economia, acreditando que podem fazer tudo sozinhos porque possuem “bom gosto” e que acabam se vendo em obras intermináveis, cheias de quebra-quebra para corrigir erros e que no fim das contas acabam gastando mais com materiais e mão de obra. O pior: não raro, no fim de uma obra quase interminável, percebem que algum cômodo (ou todos!) ficaram quentes ou escuros, ou ainda, que a reforma ou construção não atendeu às expectativas sonhadas.

Não hesite! Contrate um profissional para assessorá-lo. A GI está a sua disposição. Agende uma visita e teremos prazer em recebê-lo.

O que é Design de ponto de vendas

Os projetos de edificações comerciais, sejam eles arquitetônicos ou de interiores, merecem e precisam de uma atenção especial. A grande diferença dos projetos deste tipo de edificação é que eles precisam atender, não só ao cliente contratante, mas ao público alvo ao qual ele se destina.

Um erro muito comum e triste é observarmos donos de estabelecimentos comerciais que gastaram uma boa quantia em dinheiro em sua construção ou reforma e que depois não entendem porque a loja está vazia, já que ela está “tão linda!”. Eles se perguntam o que há de errado com a loja ou até mesmo com sua capacidade em administrar um empreendimento.

Quando se trata deste tipo de estabelecimento é fundamental que o consumidor se identifique com a loja e com os produtos que se pretende vender. Esta empatia só é conseguida quando a arquitetura e o design do estabelecimento são pensados para aquele cliente, para o seu perfil, para sua faixa etária e para a sua classe social. Por esta razão, até a escolha do ponto comercial é importante.

Quando o empresário não determina ou não tem consciência do nicho de mercado que precisa atender, seu estabelecimento está fadado ao fracasso.

O papel do arquiteto que faz um projeto arquitetônico comercial é considerar estas questões ao pensar a fachada do estabelecimento e seu interior, garantindo um ambiente atrativo, tendo em mente que cada material ou cor utilizada poderá influenciar positiva ou negativamente no sucesso do empreendimento.

Além de ser um estabelecimento com uma arquitetura adequada, que atraia aquele público e faça ele se sentir bem, é preciso atraí-lo até o produto e apresentar este produto ao cliente de maneira que ele pareça confiável, de boa qualidade e, portanto, “mereça” ser comprado. Uma boa apresentação do que se pretende vender é fundamental. Aí entra o design do ponto de venda!

Estratégias do design para varejo, quando utilizadas, capturam a atenção do consumidor e o conquistam. O ponto de venda precisa estar bem estruturado, com um layout adequado, para favorecer o livre circuito do cliente no estabelecimento, para que este veja os produtos e se aproxime deles. O posicionamento das gôndolas, das vitrines, das prateleiras, o que colocar em cada um desses expositores e como distribuí-los são aspectos que também podem favorecer as compras, quando bem empregados.

A comunicação visual da empresa deve ser outro de seus pontos fortes. A marca, o fardamento dos funcionários, crachás, sinalização interna, etiquetas, folders de propagandas, quando bem pensados, podem favorecer a credibilidade e boa imagem do empreendimento.

Uma boa comunicação visual, aliada a uma arquitetura voltada para o empreendimento e um design de ponto de venda adequado criam e fortalecem a identidade visual da empresa, conceito tão importante para sua consolidação no mercado.

A GI vem atuando com sucesso em projetos comerciais por atender a demanda desses estabelecimentos de casar todas essas questões em um projeto.

O que é um projeto de arquitetura

O projeto de arquitetura pode ser direcionado a uma construção ou reforma e apresenta o novo espaço através de pranchas de desenho.

Após a contratação do profissional, este visita a área a ser trabalhada e o cliente é entrevistado. Na GI chamamos esta fase de levantamento de dados.

Durante a visita, o profissional estuda o espaço a ser trabalhado para fazer uma análise de viabilidade e conhecer suas limitações físicas e legais e suas condicionantes climáticas. O entorno também é avaliado. Nessa fase, é realizado o levantamento da área a ser trabalhada, caso ele ainda não exista.

Durante a entrevista o arquiteto busca conhecer as necessidades e anseios do cliente e usuários: o que eles querem e esperam do projeto. Suas preferências e estilos são captados e seus perfis são traçados.

Em seguida, parte-se para o projeto arquitetônico, que será apresentado em etapas:

Estudo preliminar

Na primeira etapa, o profissional apresenta o conceito inicial do projeto através de um estudo do layout, da implantação e da volumetria sugeridas. Este estudo é submetido à avaliação do cliente para aprovação e possíveis modificações.

Anteprojeto

Em seguida, determinadas as modificações e/ou complementações ao estudo preliminar, o anteprojeto é apresentado. Ele consiste na definição clara da solução e de sua implantação na área a ser trabalhada, representada através de plantas baixas, cortes esquemáticos, fachada e maquete volumétrica eletrônica, de acordo com a necessidade do estudo preliminar elaborado.

Projeto legal

No projeto legal, as soluções apresentadas em plantas, cortes e fachadas, devidamente cotadas, precisam conter os elementos gráficos e descritivos exigidos pelo município para aprovação do projeto de arquitetura. Nele, as plantas de situação e localização são acrescentadas ao projeto.

A GI encaminha e acompanha a solicitação de aprovação do projeto de arquitetura junto a Prefeitura e faz o registro de Anotação de Responsabilidade Técnica - ART - do projeto de arquitetura, perante o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA-MA.

Projeto executivo

A etapa final do projeto, chamada de projeto executivo é muito mais técnica e consiste no desenvolvimento detalhado do anteprojeto. São apresentadas plantas, cortes e fachadas, devidamente cotadas, detalhes construtivos e especificações técnicas contendo uma concepção clara do projeto arquitetônico, para sua execução.

Na GI, gostamos de realizar uma reunião com o cliente e os executores da obra, para explicar o projeto executivo durante sua entrega, a fim de evitar dúvidas na interpretação das pranchas de desenho.

O que é um projeto de interiores

Podendo ser contratado em conjunto com um projeto arquitetônico ou isolado, o projeto de interiores consiste na definição detalhada da iluminação, dos revestimentos dos pisos, do teto e das paredes, que serão utilizados, dos mobiliários, equipamentos e utensílios de decoração que irão compor os ambientes.

Entretanto, quando o projeto de interiores é casado com o arquitetônico, há economia e rapidez na obra, uma vez que tudo é pensado antes da execução, não havendo os famosos “quebra-quebras” para mudar, tirar ou colocar alvenarias, esquadrias, pontos elétricos ou hidráulicos que não haviam sido previstos no projeto arquitetônico.

O projeto de interiores, assim como o projeto arquitetônico, é desenvolvido em etapas:

Após a contratação do profissional, este visita os espaços a serem trabalhados e o cliente é entrevistado. Na GI, chamamos esta fase de levantamento de dados.

Durante a visita, o profissional estuda o espaço a ser trabalhado para fazer uma análise de suas limitações e condicionantes. Nessa fase, é realizado o levantamento da área a ser trabalhada, caso ele ainda não exista.

Durante a entrevista, o arquiteto busca conhecer as necessidades e anseios do cliente e usuários: o que eles querem e esperam do projeto. Suas preferências e estilos são captados e seus perfis são traçados.

Na etapa do estudo preliminar, o profissional apresenta o conceito inicial do projeto através de um layout e perspectivas em maquetes eletrônicas. Os materiais utilizados também são apresentados. Este estudo é submetido à avaliação do cliente para aprovação e possíveis modificações. Esta etapa do projeto é extremamente visual. Nela, a concepção do projeto deve estar bem clara ao cliente.

Em seguida, aprovado o estudo preliminar, é elaborado o projeto de interiores. Esta etapa é técnica e consiste no desenvolvimento detalhado do projeto. São apresentadas plantas de forro, de iluminação, de pontos elétricos e de pontos hidráulicos, de piso, das vistas internas, devidamente cotadas, detalhes construtivos e especificações técnicas contendo uma concepção clara do projeto para sua execução e dos materiais, equipamentos, mobiliários e utensílios de decoração utilizados.

Na GI, gostamos de realizar uma reunião com o cliente e os executores da obra, para explicar o projeto de interiores durante sua entrega, a fim de evitar dúvidas na interpretação das pranchas de desenho.
GI arquitetura, design e consultoria
Facebook Twitter