Os projetos de edificações comerciais, sejam eles arquitetônicos ou de interiores, merecem e precisam de uma atenção especial. A grande diferença dos projetos deste tipo de edificação é que eles precisam atender, não só ao cliente contratante, mas ao público alvo ao qual ele se destina.
Um erro muito comum e triste é observarmos donos de estabelecimentos comerciais que gastaram uma boa quantia em dinheiro em sua construção ou reforma e que depois não entendem porque a loja está vazia, já que ela está “tão linda!”. Eles se perguntam o que há de errado com a loja ou até mesmo com sua capacidade em administrar um empreendimento.
Quando se trata deste tipo de estabelecimento é fundamental que o consumidor se identifique com a loja e com os produtos que se pretende vender. Esta empatia só é conseguida quando a arquitetura e o design do estabelecimento são pensados para aquele cliente, para o seu perfil, para sua faixa etária e para a sua classe social. Por esta razão, até a escolha do ponto comercial é importante.
Quando o empresário não determina ou não tem consciência do nicho de mercado que precisa atender, seu estabelecimento está fadado ao fracasso.
O papel do arquiteto que faz um projeto arquitetônico comercial é considerar estas questões ao pensar a fachada do estabelecimento e seu interior, garantindo um ambiente atrativo, tendo em mente que cada material ou cor utilizada poderá influenciar positiva ou negativamente no sucesso do empreendimento.
Além de ser um estabelecimento com uma arquitetura adequada, que atraia aquele público e faça ele se sentir bem, é preciso atraí-lo até o produto e apresentar este produto ao cliente de maneira que ele pareça confiável, de boa qualidade e, portanto, “mereça” ser comprado. Uma boa apresentação do que se pretende vender é fundamental. Aí entra o design do ponto de venda!
Estratégias do design para varejo, quando utilizadas, capturam a atenção do consumidor e o conquistam. O ponto de venda precisa estar bem estruturado, com um layout adequado, para favorecer o livre circuito do cliente no estabelecimento, para que este veja os produtos e se aproxime deles. O posicionamento das gôndolas, das vitrines, das prateleiras, o que colocar em cada um desses expositores e como distribuí-los são aspectos que também podem favorecer as compras, quando bem empregados.
A comunicação visual da empresa deve ser outro de seus pontos fortes. A marca, o fardamento dos funcionários, crachás, sinalização interna, etiquetas, folders de propagandas, quando bem pensados, podem favorecer a credibilidade e boa imagem do empreendimento.
Uma boa comunicação visual, aliada a uma arquitetura voltada para o empreendimento e um design de ponto de venda adequado criam e fortalecem a identidade visual da empresa, conceito tão importante para sua consolidação no mercado.
A GI vem atuando com sucesso em projetos comerciais por atender a demanda desses estabelecimentos de casar todas essas questões em um projeto.